Quinta-feira, 3 de Maio de 2012

Pré Seminário Diocesano no Arciprestado de Abrantes


No fim-de-semana 28 – 29 de Abril, final da Semana de Oração pelas Vocações que este ano teve como tema "As vocações Dom do Amor de Deus", reuniram-se os rapazes do Pré-Seminário Diocesano para mais um desafio! Foi um desafio que teve início em Alcains, mas que depois continuou no Arciprestado de Abrantes, em Rossio ao Sul do Tejo e no Domingo na Chainça onde celebramos a Eucaristia Dominical com o Padre José da Graça e com a comunidade que tão carinhosamente nos acolheu. Seguindo-se depois o regresso a Alcains onde terminamos o nosso encontro.

Os rapazes partiram do tema da semana das Vocação e procuraram responder à questão “ Já pensaste na tua vocação” partindo da visualização de vários vídeos vocacionais, onde tinham que responder a algumas perguntas partindo do filme que tinham visualizado. Cada visualização trazia questões para responder e para os ajudar a reflectir acerca do “ser padre”. Depois de uma breve pausa, fomos ao encontro de alguns jovens do Arciprestado que estavam reunidos para um encontro dinamizado pela equipa da Pastoral Juvenil Arciprestal de Abrantes ao qual deram o nome de “Tarde das Vocações”.

   (Nove pré.seminaristas: Vitor; Afonso; Fábio; Pedro Valente; Gonçalo; Paulo; Pedro; Simão e Rúben)


Esta iniciativa realizou-se na Paróquia do Rossio ao Sul do Tejo e foi ao encontro do desejo da Igreja para essa semana; reflectir sobre as vocações Sacerdotais, Religiosas, Missionárias e também a vocação à família. O desejo de levar os jovens a rezar, sensibilizar e despertar os dons de Deus, entregando-os ao serviço da Igreja e da Sociedade na missão de cada um.

Os “pré seminaristas” participaram na actividade "Tarde das Vocações" testemunhando os seus pontos de vista vocacionais, a sua experiência e vivência fruto dos encontros do pré-seminário e a importância de responder Sim a Deus nos desafios que Ele vai colocando na vida de cada um!

                                
A "Tarde das Vocações" teve o seu início com o acolhimento pelas 17 horas seguindo-se depois um jogo em "peddy paper" acerca das Vocações da Igreja! Várias equipas espalhadas num circuito de rua que levou os jovens até à margem do Rio Tejo, no qual tinham um conjunto de jogos e momentos de reflexão para realizar e que a todos muito divertiu! No final do Jogo Vocacional um jantar partilhado que ajudou a recuperar forças para o ensaio e para a Vigília de Oração pelas Vocações que no inicio da noite se realizou na Igreja do Rossio, presidida pelo Padre Carlos Almeida, Pároco de Alferrarede! 


No Domingo sentimos a oração e o carinho da comunidade da Chainça, rosto da presença orante de todas as comunidades da diocese que rezam pelas vocações, e assim, pelo discernimento dos jovens pré-seminaristas. O nosso agradecimento ao Padre José da Graça pelas palavras de amizade, encorajamento e pelo desafio à oração pelas vocações que manifestou. No final, e depois de muitos cumprimentos e palavras de ânimo aos rapazes, metemo-nos à estrada de regresso ao Seminário de Alcains para almoçarmos e terminarmos o nosso encontro! Neste encontro damos a boas vindas a três novos rapazes; O Afonso, o Fábio e o Vítor da Concavada que participaram pela primeira vez.

Foi um fim-de-semana de muita alegria, reflexão e oração! Entretanto fica a esperança de surgirem outros encontros semelhantes pela diocese por altura da semana de Oração pelas Vocações, em que o pré-seminário diocesano possa participar e em que se possa congregar jovens na descoberta de Jesus Cristo e na interrogação dos desafios de Deus para as suas vidas! A alegria dos jovens no reflectir das suas vidas e das suas vocações, é para todos motivo de esperança de num futuro próximo podermos fazer festa com os seus "Sim" a Deus e com os seus projectos na Igreja, quer sejam eles nos caminhos do sacerdócio, da vida religiosa, da vida Missionária ou da vida em matrimónio.


Continuamos a rezar pelas vocações no desejo de se manifestarem tal como elas são, dons do amor de Deus. Contamos com a sua oração! Bem Haja.

Terça-feira, 17 de Abril de 2012

Mensagem do Papa Bento XVI para o 49º Dia Mundial de Oração pelas Vocações


Amados irmãos e irmãs!
O XLIX Dia Mundial de Oração pelas Vocações, que será celebrado no IV domingo de Páscoa – 29 de Abril de 2012 –, convida-nos a refletir sobre o tema «As vocações, dom do amor de Deus».
A fonte de todo o dom perfeito é Deus, e Deus é Amor – Deus caritas est –; «quem permanece no amor permanece em Deus, e Deus nele» (1 Jo 4, 16). A Sagrada Escritura narra a história deste vínculo primordial de Deus com a humanidade, que antecede a própria criação. Ao escrever aos cristãos da cidade de Éfeso, São Paulo eleva um hino de gratidão e louvor ao Pai pela infinita benevolência com que predispõe, ao longo dos séculos, o cumprimento do seu desígnio universal de salvação, que é um desígnio de amor. No Filho Jesus, Ele «escolheu-nos – afirma o Apóstolo – antes da fundação do mundo, para sermos santos e irrepreensíveis em caridade na sua presença» (Ef 1, 4). Fomos amados por Deus, ainda «antes» de começarmos a existir! Movido exclusivamente pelo seu amor incondicional, «criou-nos do nada» (cf. 2 Mac 7, 28) para nos conduzir à plena comunhão consigo.
À vista da obra realizada por Deus na sua providência, o salmista exclama maravilhado: «Quando contemplo os céus, obra das vossas mãos, a Lua e as estrelas que Vós criastes, que é o homem para Vos lembrardes dele, o filho do homem para com ele Vos preocupardes?» (Sal 8, 4-5). Assim, a verdade profunda da nossa existência está contida neste mistério admirável: cada criatura, e particularmente cada pessoa humana, é fruto de um pensamento e de um ato de amor de Deus, amor imenso, fiel e eterno (cf. Jer 31, 3). É a descoberta deste fato que muda, verdadeira e profundamente, a nossa vida.
Numa conhecida página das Confissões, Santo Agostinho exprime, com grande intensidade, a sua descoberta de Deus, beleza suprema e supremo amor, um Deus que sempre estivera com ele e ao qual, finalmente, abria a mente e o coração para ser transformado: «Tarde Vos amei, ó beleza tão antiga e tão nova, tarde Vos amei! Vós estáveis dentro de mim, mas eu estava fora, e fora de mim Vos procurava; com o meu espírito deformado, precipitava-me sobre as coisas formosas que criastes. Estáveis comigo e eu não estava convosco. Retinha-me longe de Vós aquilo que não existiria, se não existisse em Vós. Chamastes-me, clamastes e rompestes a minha surdez. Brilhastes, resplandecestes e dissipastes a minha cegueira. Exalastes sobre mim o vosso perfume: aspirei-o profundamente, e agora suspiro por Vós. Saboreei-Vos e agora tenho fome e sede de Vós. Tocastes-me e agora desejo ardentemente a vossa paz» (Confissões, X, 27-38). O santo de Hipona procura, através destas imagens, descrever o mistério inefável do encontro com Deus, com o seu amor que transforma a existência inteira.
Trata-se de um amor sem reservas que nos precede, sustenta e chama ao longo do caminho da vida e que tem a sua raiz na gratuidade absoluta de Deus. O meu antecessor, o Beato João Paulo II, afirmava – referindo-se ao ministério sacerdotal – que cada «gesto ministerial, enquanto leva a amar e a servir a Igreja, impele a amadurecer cada vez mais no amor e no serviço a Jesus Cristo Cabeça, Pastor e Esposo da Igreja, um amor que se configura sempre como resposta ao amor prévio, livre e gratuito de Deus em Cristo» (Exort. ap. Pastores dabo vobis, 25). De fato, cada vocação específica nasce da iniciativa de Deus, é dom do amor de Deus! É Ele que realiza o «primeiro passo», e não o faz por uma particular bondade que teria vislumbrado em nós, mas em virtude da presença do seu próprio amor «derramado nos nossos corações pelo Espírito Santo» (Rm 5, 5).
Em todo o tempo, na origem do chamamento divino está a iniciativa do amor infinito de Deus, que se manifesta plenamente em Jesus Cristo. «Com efeito – como escrevi na minha primeira Encíclica, Deus caritas est – existe uma múltipla visibilidade de Deus. Na história de amor que a Bíblia nos narra, Ele vem ao nosso encontro, procura conquistar-nos – até à Última Ceia, até ao Coração trespassado na cruz, até às aparições do Ressuscitado e às grandes obras pelas quais Ele, através da ação dos Apóstolos, guiou o caminho da Igreja nascente. Também na sucessiva história da Igreja, o Senhor não esteve ausente: incessantemente vem ao nosso encontro, através de pessoas nas quais Ele Se revela; através da sua Palavra, nos Sacramentos, especialmente na Eucaristia» (n.º 17).
O amor de Deus permanece para sempre; é fiel a si mesmo, à «promessa que jurou manter por mil gerações» (Sal 105, 8). Por isso é preciso anunciar de novo, especialmente às novas gerações, a beleza persuasiva deste amor divino, que precede e acompanha: este amor é a mola secreta, a causa que não falha, mesmo nas circunstâncias mais difíceis.
Amados irmãos e irmãs, é a este amor que devemos abrir a nossa vida; cada dia, Jesus Cristo chama-nos à perfeição do amor do Pai (cf. Mt 5, 48). Na realidade, a medida alta da vida cristã consiste em amar «como» Deus; trata-se de um amor que, no dom total de si, se manifesta fiel e fecundo. À prioresa do mosteiro de Segóvia, que fizera saber a São João da Cruz a pena que sentia pela dramática situação de suspensão em que ele então se encontrava, este santo responde convidando-a a agir como Deus: «A única coisa que deve pensar é que tudo é predisposto por Deus; e onde não há amor, semeie amor e recolherá amor» (Epistolário, 26).
Neste terreno de um coração em oblação, na abertura ao amor de Deus e como fruto deste amor, nascem e crescem todas as vocações. E é bebendo nesta fonte durante a oração, através duma familiaridade assídua com a Palavra e os Sacramentos, nomeadamente a Eucaristia, que é possível viver o amor ao próximo, em cujo rosto se aprende a vislumbrar o de Cristo Senhor (cf. Mt 25, 31-46). Para exprimir a ligação indivisível entre estes «dois amores» – o amor a Deus e o amor ao próximo – que brotam da mesma fonte divina e para ela se orientam, o Papa São Gregório Magno usa o exemplo da plantinha: «No terreno do nosso coração, [Deus] plantou primeiro a raiz do amor a Ele e depois, como ramagem, desenvolveu-se o amor fraterno» (Moralia in Job, VII, 24, 28: PL 75, 780D).
Estas duas expressões do único amor divino devem ser vividas, com particular vigor e pureza de coração, por aqueles que decidiram empreender um caminho de discernimento vocacional em ordem ao ministério sacerdotal e à vida consagrada; aquelas constituem o seu elemento qualificante. De fato, o amor a Deus, do qual os presbíteros e os religiosos se tornam imagens visíveis – embora sempre imperfeitas –, é a causa da resposta à vocação de especial consagração ao Senhor através da ordenação presbiteral ou da profissão dos conselhos evangélicos. O vigor da resposta de São Pedro ao divino Mestre – «Tu sabes que Te amo» (Jo 21, 15) – é o segredo duma existência doada e vivida em plenitude e, por isso, repleta de profunda alegria.
A outra expressão concreta do amor – o amor ao próximo, sobretudo às pessoas mais necessitadas e atribuladas – é o impulso decisivo que faz do sacerdote e da pessoa consagrada um gerador de comunhão entre as pessoas e um semeador de esperança. A relação dos consagrados, especialmente do sacerdote, com a comunidade cristã é vital e torna-se parte fundamental também do seu horizonte afetivo. A este propósito, o Santo Cura d’Ars gostava de repetir: «O padre não é padre para si mesmo; é-o para vós» [Le curé d’Ars. Sa pensée – Son cœur ( ed. Foi Vivante - 1966), p. 100].
Venerados Irmãos no episcopado, amados presbíteros, diáconos, consagrados e consagradas, catequistas, agentes pastorais e todos vós que estais empenhados no campo da educação das novas gerações, exorto-vos, com viva solicitude, a uma escuta atenta de quantos, no âmbito das comunidades paroquiais, associações e movimentos, sentem manifestar-se os sinais duma vocação para o sacerdócio ou para uma especial consagração.É importante que se criem, na Igreja, as condições favoráveis para poderem desabrochar muitos «sins», respostas generosas ao amoroso chamamento de Deus.
É tarefa da pastoral vocacional oferecer os pontos de orientação para um percurso frutuoso. Elemento central há de ser o amor à Palavra de Deus, cultivando uma familiaridade crescente com a Sagrada Escritura e uma oração pessoal e comunitária devota e constante, para ser capaz de escutar o chamamento divino no meio de tantas vozes que inundam a vida diária. Mas o «centro vital» de todo o caminho vocacional seja, sobretudo, a Eucaristia: é aqui no sacrifício de Cristo, expressão perfeita de amor, que o amor de Deus nos toca; e é aqui que aprendemos incessantemente a viver a «medida alta» do amor de Deus. Palavra, oração e Eucaristia constituem o tesouro precioso para se compreender a beleza duma vida totalmente gasta pelo Reino.
Desejo que as Igrejas locais, nas suas várias componentes, se tornem «lugar» de vigilante discernimento e de verificação vocacional profunda, oferecendo aos jovens e às jovens um acompanhamento espiritual sábio e vigoroso. Deste modo, a própria comunidade cristã torna-se manifestação do amor de Deus, que guarda em si mesma cada vocação. Tal dinâmica, que corresponde às exigências do mandamento novo de Jesus, pode encontrar uma expressiva e singular realização nas famílias cristãs, cujo amor é expressão do amor de Cristo, que Se entregou a Si mesmo pela sua Igreja (cf. Ef 5, 25).
Nas famílias, «comunidades de vida e de amor» (Gaudium et spes, 48), as novas gerações podem fazer uma experiência maravilhosa do amor de oblação. De fato, as famílias são não apenas o lugar privilegiado da formação humana e cristã, mas podem constituir também «o primeiro e o melhor seminário da vocação à vida consagrada pelo Reino de Deus» (Exort. ap. Familiaris consortio, 53), fazendo descobrir, mesmo no âmbito da família, a beleza e a importância do sacerdócio e da vida consagrada. Que os Pastores e todos os fiéis leigos colaborem entre si para que, na Igreja, se multipliquem estas «casas e escolas de comunhão» a exemplo da Sagrada Família de Nazaré, reflexo harmonioso na terra da vida da Santíssima Trindade.

Com estes votos, concedo de todo o coração a Bênção Apostólica a vós, veneráveis Irmãos no episcopado, aos sacerdotes, aos diáconos, aos religiosos, às religiosas e a todos os fiéis leigos, especialmente aos jovens e às jovens que, de coração dócil, se põem à escuta da voz de Deus, prontos a acolhê-la com uma adesão generosa e fiel.

Papa Bento XVI
Vaticano, 18 de Outubro de 2011

Terça-feira, 27 de Março de 2012

Caminhar com Jesus na Quaresma

A Quaresma é sempre um tempo muito forte de encontro com Jesus.

O pré-seminário diocesano da diocese Portalegre – Castelo Branco reuniu-se para avançar um pouco mais no caminho de encontro com Jesus, aproveitando para descontrair um pouco e desejando gozar da melhor forma a pausa do tempo escolar, neste tempo que antecede a Páscoa.  

No inicio do nosso encontro, fomos com muita alegria surpreendidos pela presença do nosso Bispo Diocesano, D. Antonino Dias, com quem aproveitamos para dialogar um pouco. Com o inicio dos trabalhos e com o grupo já completo, demos as boas vindas ao Pedro e ao Paulo, dois jovens de Alcains que desejaram fazer parte deste grupo de amizade, conhecimento e descoberta de Jesus e dos Seus desafios! Ainda na parte da manhã, houve tempo para um jogo de futebol e um momento de oração, seguidos de almoço.


No primeiro momento da tarde, a “estrada” no tema do encontro! Partindo do texto “O Peixe e o Mar” do Padre Nuno Lemos, partimos para o diálogo e para um tempo de reflexão pessoal acerca da nossa caminhada com Deus. Um caminho que se vai fazendo a dois no qual vamos construindo a nossa vida. A meio da tarde, seguimos para Idanha-a-Nova para visitar uma exposição de Arte Sacra onde havia alguns objectos relacionados com os últimos momentos da vida de Jesus. Seguiu-se depois um breve diálogo com o Pároco de Idanha-a-Nova, o senhor Padre Adelino Lourenço, acerca de alguns aspectos da vivência quaresmal na sua paróquia. Depois de uma visita à Igreja Matriz, fizemo-nos à estrada e regressamos para Alcaíns.


No final da tarde reunimo-nos em volta do Jesus Crucificado para rezarmos os seus últimos passos até ao Calvário com a oração da Via-sacra! Cantamos, rezamos e reflectimos os passos de Jesus compreendendo o porquê da Sua entrega por nós e descobrindo os frutos dessa entrega nas nossas vidas. Depois do Jantar a “tradicional” noite Cinema com o filme “A Paixão de Cristo” e o merecido descanso.


No Domingo fomos celebrar a Eucaristia com a comunidade da Taberna Seca, na Paróquia de São Miguel da Sé, em Castelo Branco. Depois da Eucaristia, a convite da comunidade, fomos até à associação da terra onde confraternizamos com a maioria dos que tinham participado na Eucaristia! De regresso a Alcains, arrumamos as nossas coisas, almoçamos e despedimo-nos até ao próximo encontro… em Abril!

Até lá!



Terça-feira, 21 de Fevereiro de 2012

Jesus Sacerdote! Continua a Sua missão | Encontro de Fevereiro do Pré-Seminário Diocesano

Fevereiro rima com caminheiro! Assim se sentiram os pré-seminaristas da nossa diocese de Portalegre – Castelo Branco que continuam o seu caminho de descoberta acerca de Jesus e dos Seus desafios. Na temática escolhida para o encontro de Fevereiro, “Jesus Sacerdote! Participa na sua missão…”, e aproveitando o sol que se fez sentir no passado fim-de-semana, os rapazes tiveram a oportunidade de num dia de passeio, reflectir, rezar e viver em espírito de amizade e aventura.

Este encontro contou com dois novos rapazes. O João de Portalegre e o Rafael de Tinalhas. Revelaram-se mais-valias para este jovem grupo. Na manhã de Sábado, um momento que consideramos ser cada vez mais indispensável: o momento desportivo. 
São sempre momentos que ajudam a descontrair e a integrar os “novatos”… a animação fica garantida! No final da manhã o primeiro passo na temática do encontro. Após a leitura e reflexão do texto evangélico que nos falava do chamamento dos primeiros discípulos (Lc 5, 1 – 10) cada um pode escrever a continuação desse mesmo texto.
Cada um devia escrever algumas linhas conforme a sua oração… tratava-se de continuar o texto como se cada um fosse um dos discípulos chamados a seguir Jesus e a serem continuadores da Sua missão.

Depois do almoço seguiu-se a ordem de “trabalhos” por outros caminhos.


Aproveitando a amena temperatura que se fazia sentir, visitamos e trilhamos a Rota dos Fósseis do Geopark Naturtejo em Penha Garcia, concelho de Idanha-a-Nova. Ao mesmo tempo que fomos descendo e subindo os caminhos, foram dadas algumas questões a responder pessoalmente, sendo que as respostas iam sendo colocadas no B.O.D (Balão de Oração para Deus).
Terminada a aventura da caminhada na rota dos fósseis (pouco mais de 3 quilómetros a subir e a descer) e terminadas todas as perguntas do desafio do encontro, subimos ao Castelo de Penha Garcia onde cada um encheu o seu B.O.D e o lançou ao céu…entregando as suas respostas e reflexões a Deus!

De regresso ao Seminário ainda fizemos uma paragem surpresa em Proença-a-Velha para visitarmos o Festival do Azeite e Fumeiro que estava a decorrer nesse fim-de-semana. Depois o definitivo regresso para descansar, rezar as vésperas e jantar! No final da noite, a habitual sessão de cinema, as assinaturas no "Muro do Compromisso" e o merecido descanso. 


No Domingo um tempo voltado para a reflexão da Palavra da Eucaristia de Domingo. Depois do pequeno-almoço, um momento de animação em que o João (um dos novos pré-seminaristas) realizou um “mini” espectáculo de magia.
Seguiu-se então a preparação da Eucaristia com a reflexão da Palavra do Evangelho, o ensaio das músicas para depois, no final da manhã, celebrarmos a Eucaristia. 
O encontro terminou com o almoço, que se prolongou um pouco mais que o costume… tal não era a animação!
Se Deus quiser... até Março!